terça-feira, novembro 11, 2008

Eh...O Rochemback ia apanhando-o...



Afinal parece que é mesmo herói!!!

segunda-feira, novembro 10, 2008

Eu estive lá...




É sempre um gosto participar na 2ª Bienal do Alarga o nhónhó ao Lagarto 2008!!!

Agora sim, já entendi...




Para quem não sabe, e em especial para o cócó que torce pelo clube do Alvalade XiXi, aqui fica a tradução:

Pô cára...é assim que ficou o olho do meu bumbum djipôis dáis duas enrabadélas qui lêvéi do Tricampeão, ficou doendo no campionátu máis aóra na taça já istáva máis dilátádu e não doeu pá xuxu, máis rásguêi um pôuco máis o nhónhó, vixe mária!!!

Fodam-se todos e já agora um grande bem haja pelos toques e sms's recebidos quando o drag queen marcou, só foi pena que no fim do jogo tenham ficado caladinhos...

Mas eu festejei lá no sanitário gigante e gostei muito!!!

Inchem!!!

sexta-feira, novembro 07, 2008

Record, 7/11, "Linha Directa" por Eugénio Queirós

É PRECISO EXTERMINAR O FC PORTO

Há uma teoria corrente em Portugal que tem por axioma que é necessária a eliminação do FC Porto para se salvar o futebol em Portugal. Sobretudo por estas razões:

- Porque ganha muito e pouco deixa para os outros.

- Porque mesmo a ganhar não potencia o negócio-futebol.

- Porque, apesar de tantas conquistas, continua a ser um clube regionalista e regional.

- Porque não olha a meios para conseguir triunfar.

- Porque o seu presidente convida árbitros para tomar café lá em casa.

A inveja, sabe-se, é um pecado mortal. A perseverança uma qualidade humana que nos fez divergir dos outros primatas. Ou mesmo de animais predadores e de rapina.

Durante muitos anos, repare-se também, o FC Porto não teve um símbolo. Antes de Pinto da Costa reparar no dragão que está no emblema do clube e da cidade que deu nome a Portugal, o símbolo portista era mesmo uma anedota - o "Andrade", figura antiga da história portista do tempo em que o futebol se jogava em pelados. resultado de uma disenção de irmãos a propósito de um recinto utilizado pelo clube.
O Sporting tinha o leão, o rei da selva.
O Benfica a águia, a rainha dos céus.
O FC Porto tinha uma caricatura.

Os últimos vinte anos do século XX e os primeiros do século presente perturbaram o normal curso da história. Assistiu-se a uma espécie de invasão dos bárbaros que urge combater com todas as armas. Esquece-se o povo, porém, que os bárbaros somos nós. Como nos diz a história de Portugal, quase tudo o que somos devemo-lo aos romanos e aos ditos mouros. Curiosamente, estes últimos regressaram ao nosso imaginário na figura de adversários dos portistas mais fundamentalistas.

Em tempo de guerra não se respeita ninguém...esquecendo-se, por exemplo, que aos árabes devemos quatro séculos de progresso que nem o poder da reconquista conseguiu arrasar.

E que Lisboa, por exemplo, a cidade que muitos portistas querem ver a arder, teve no século X um governador mestiço, ou seja, muito antes de Barack Obama ser eleito presidente do Quénia, perdão, dos Estados Unidos.

Como se pegou na história como exemplo - e outro melhor não há -, continuo a acreditar que precisaremos de tempo e de distância para perceber a grandeza da obra realizada no FC Porto nos últimos 20/30 anos. Do FC Porto e do seu pontífice máximo, Jorge Nuno Pinto da Costa I e último. Não me estou a referir aos campeonatos conquistados, às conquistas internacionais, ao carisma do líder e à afirmação de uma identidade emocional. Estou apenas a afirmar uma realidade que muitos já quiseram contornar mas que nunca conseguiram.
Porque a história não se apaga - quando muito, adormece durante algum tempo.

O que ficou e o que está lá é a força de um clube que corre a galope do homem que nasceu para o que faz. E que mais uma vez irá provar que trata das crises como D. Afonso Henriques tratava dos mouros ou mesmo da mãe. Não me venham dizer que o primeiro rei de Portugal não devia ter usado todos os meios para atingir os fins que todos conhecemos. Ou devia ter tido visão de longa distância na perspectiva de que Portugal seria um mau país e uma boa província espanhola.

É isso. Convém lembrar de vez em quando que o futebol é uma guerra e que o ódio dos inimigos é proporcional à força das nossas hostes. E, caramba, essa história do regionalismo se calhar não é um defeito mas apenas uma qualidade. Ninguém troca um queijo da serra por uma embalagem de "La vache qui ri".

quinta-feira, novembro 06, 2008

E ninguém para o benfica, ô-é-ô...


Desde pequenino





E já que a noite está fresquinha nada melhor que um banhinho turco para aquecer...

terça-feira, novembro 04, 2008

Factos são factos, o resto é conversa


Para todos os efeitos, goste-se ou não do estilo, os nºs falam por si:

- Em 4 objectivos no principio da época, 2 já foram alcançados: a Supertaça, e o apuramento para os 8ºs da CL.
- O apuramento para os 8ºs é obtido a duas jornadas do fim: em 4 jogos, 3 foram ganhos. Convenhamos que perder no Nou Camp não é propriamente um resultado inesperado…
- No mínimo, 10 milhões de euros garantidos nos cofres de Alvalade.
- Os resultados são obtidos com um orçamento de cerca de 1/2 do FCP (25 milhões vs. 40 milhões), que está em situação muito tremida na CL, e ultimamente também, com péssimos resultados no campeonato nacional.

Conclusão: o cabelo pode ser ridículo, o discurso pode ser “peculiar” (no mínimo…), o treinador pode ser casmurro, táctica e disciplinarmente, e não saber lidar correctamente com os jogadores problemáticos, o SCP pode até jogar feio, mas que ele apresenta resultados melhores que todos os outros que o antecederam, com menos de 4 anos completos à frente do plantel sénior, e tendo tido como única experiência uma temporada na liderança dos juniores, é um facto inegável, até mesmo para o atrasados mentais que andaram a sujar as paredes do Estádio.

Por último: Li algures que é a 14ª vez que a dupla de centrais do SCP é constituída por Polga/Caneira. Os resultados: 13 vitórias, 1 empate e 9 jogos sem sofrer golos…

O que me parece mais curioso disto é o facto do Polga ser nitidamente uma nódoa no jogo aéreo, nomeadamente em bolas paradas (este ano já esteve envolvido em 2 golos sofridos nesta situação, frente ao Barca e ao SLB), e o Caneira estar entre os defesas mais baixos do plantel, laterais incluídos.
Não quero com isto menosprezar o Tonel, que é um bom central, eficiente, e de grande qualidade no jogo aéreo: Apenas que o Caneira, desde que apto, devia jogar sempre, seja em que posição for, naquela defesa.

Parabéns, Sporting !!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, novembro 03, 2008

Venham Mais 5000

Não sei o que é mais fantástico neste golo: se a visão de jogo e o gesto técnico de Pablo "El Mago" Aimar (uma assistência de letra efectuada pouco à frente da área defensiva... apenas ao alcance dos predestinados), se a potência de David Suazo - comeu metros ao primeiro defesa, que sentou depois com uma mudança de direcção... e antes de entrar na meia lua já eu gritava «GOOLOOOOO!!!».

O golo 5000 do SLB foi, a todos os títulos, uma obra de arte (comparável a uma música inspirada ou a um quadro com pinceladas de génio). Dedico-o a todos os amantes do Futebol.

Aos adversários do SLB dedico uma vitória construída com fantasia e pragmatismo, a remar contra uma das arbitragens mais caseiras a que assisti nos últimos tempos. Assim, os 3 pontos ainda sabem melhor!

domingo, novembro 02, 2008

Em retaliação ao edit pirateado do meu post infra

Ao Domingo, as super-bock's emborcadas na véspera proporcionam-me uma peculiar maré lampiã

(Jojó, pára lá com as montagens, e as truncagem dos posts. Já todos percebemos a gracinha, e quem a fez. Senão, não vale a pena vir postar, se o menino quer fazer-se de engraçadinho e altera os posts como lhe apetece. Para isso, ficas aí sozinho e acaba-se com o blog, ponto final).

Porto = Guerrilha Colombiana do pior

Embora tenha assistido aos últimos jogos do FCP, vou abster-me de uma análise desportiva porque os resultados são reveladores por si próprios.

Não deixo, mesmo assim de reparar, que o plantel do FCP ultimamente tem sofrido uma mutação que ontem, contra a Naval, trouxe uma nitidez brutal ao facto da equipa parecer uma autêntica guerrilha colombiana (os comando de Ernesto Rojas, Guevaristas ou os homens de Simón Bolívar). Tudo bons rapazes, como se sabe. Geralmente simpáticos para os forasteiros e muito bem aparentados. O traço máximo transversal que sustenta a comparação é mesmo a abundância de barbas e tango latino na equipa que defrontou a Naval (a comunicação em campo faz-se em espanhol, claro). Passo a identificar a posição de cada um na Guerrilha.
Nuno Espírito Santo – Latino duro que tem por hábito bater palmas e arregalar os olhos quando sente o cheiro a gás mostarda no ar.

Benitez – Capataz de ala esquerda limitado à sua franca insignificância.(este gajo é muito mau…)

Rolando – Canibal “brinca-tanto” que, quando não está a dormir em relação à invasão do perímetro, opta por uma culinária diferente da restante guerrilha.

Bruno Alves – claramente um mexicano bastardo que se dá bem na luta corpo a corpo com os cotovelos. Foi promovido a sniper desde que acertou um tiro no Lumiar e agora vive (erradamente) convencido de que é essa a sua vocação.

Sapunaru – Claramente o refém europeu. Vai ganhando complexo a cada vez que lhe falam de uma veloz lenda africana que chegou à habitar a sua área de cativeiro.

Rodriguez – É o cozinheiro da guerrilha (Cheech dixit). Faz chorar por mais os apreciadores dos seus caldos ricos em cebola. Mercenário que trocou guerrilha por guerrilha rival, vive ultimamente transtornado por ter visto o seu jeep ser danificado em Bogotá, com a sua filhinha no interior. (não se faz…)

Raulito – Filho de holandeses que se juntou à guerrilha ainda pequeno, habituado à má vida de guerrilhas vizinhas de igual estirpe. Curiosidade: deve ter o rosto de Che Guevara tatuado algures entre os tribais.

Lucho – É claramente o capitão desinspirado da guerrilha. Persistente no cabelo seboso que revela em cada batalha. Abatido por permanecer numa guerrilha em que já não pode subir muito além do que já fez em tempos.
Tomás Costa – É o vampiro noctívago da guerrilha. Suga o sangue de algumas investidas de ataque.
Lisandro Lopez – Excêntrico atirador que tem por hábito acariciar a careca a cada inimigo morto. Diz-se no meio que ambiciona uma maior mensalidade sob ameaça de “fechar a loja de tiros certeiros”. Barba à guerrilheiro que curte metal escandinavo, claro.

Segundo batalhão:

Hélton – Sambista renegado que é impossível contactar por telemóvel por nunca ter rede.

Hulk – Canhão solto atiçado no Japão que sabota a eficácia da restante guerrilha com um autismo que o leva a disparar a cada vez que algo mexe, sem qualquer noção da estratégia planeada. Mantém alcunha que o deixa camuflado na mata e mais sujeito a um processo de plágio instaurado pela Marvel.

Bollati – Puto-maravilha adoptado pela guerrilha após rapto que chora a cada semana por não ter direito sequer a pegar numa arma de chumbinhos.

Palavra tabu entre os entusiastas da guerrilha: “Quaresma”, que, mesmo assobiado, ainda ia safando qualquer coisa e que agora tanta falta faz. Emigrou para a Itália dos mafiosos.