Mais uma jornada, desta vez a sorrir para a unica equipa digna desse nome.
O FCP escorregou, e bem, com a minha União que jogou limpo e algo que não fosse a vitória teria sido injusto. Do meu BENFICA não vou falar porque não vi o jogo, mas foi merecedor da justa glória frente ao Pastelinhos. O Spórtem viu-se quadrado para ganhar e não perdeu por sorte, e para a semana "O que é Nacional é bom!"
Boa semana
segunda-feira, janeiro 29, 2007
domingo, janeiro 28, 2007
quinta-feira, janeiro 25, 2007
Vejam como funciona um clube liderado por gente sem escrúpulos
No blog BNR-B surge esta peça informativa http://bnrb.blogspot.com/2007_01_01_archive.html (que me permito divulgar, com a devida vénia), onde podemos ver ao ponto a que chegou a falta de escrúpulos do Orelhudo e da restante súcia de trafulhas que o rodeiam.
A indecência terá limites para esta gente ???? Pela peça acima linkada, é evidente que não.
Tirem os meus amigos ou visitantes, Benfiquistas ou não, as devidas conclusões...
quarta-feira, janeiro 24, 2007
E o melhor GR português é...
Por muito que doa no cotovelo de muito boa gente, o eleito pelo IFFHS foi o sportinguista Ricardo (fonte: http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?id=765432&div_id=1457).
O resto, é conversa de chacha.
No próximo domingo, o meu SCP vai ao Bessa, e a nomeação para arbitrar o jogo recaiu sobre o inenarrável Olegário Benquerença.
A última vez, que me lembre, que o SCP foi jogar à Invicta sob a arbitragem deste gatuno, foi no ano passado, no (tristemente) célebre FCP-SCP para a Taça de Portugal, onde toda gente se recorda do descarado gamanço de igreja, que para variar prejudicou os mesmos de sempre em favor dos há muito beneficiados.
É impressão minha, ou a caminha está feita para o SCP se espalhar no Bessa e arriscar-se perder o 2.º lugar?
Chorão eu? Quem tem 3 pontos perdidos em casa graças a um golo com a mão, que toda a gente viu menos 3 bois cegos, tem mais que razões para desconfiar, quando fazem estes caldinhos com árbitros escolhidos a dedo.
Não há jogo em que o Moutinho não leve mocada em barda, ver alguém expulso por essa razão, ‘tá quieto.
O regresso de Jaime Pacheco ao Bessa deixa marcas indeléveis, quer na agressividade dos jogadores boavisteiros (o bom regresso ao “até ao pescoço é canela”), quer nas canelas dos oponentes.
Aposto, desde já, que vai haver (pelo menos) um jogador do SCP que se vai magoar, em consequência das pauladas daquela corja, e por esse motivo sai antes dos 90’.
E digo mais: aposto num destes 3: Moutinho, Nani ou Liedson (o Carlos Martins, se jogar, é sempre de desconfiar…). Só espero estar errado.
O resto, é conversa de chacha.
No próximo domingo, o meu SCP vai ao Bessa, e a nomeação para arbitrar o jogo recaiu sobre o inenarrável Olegário Benquerença.
A última vez, que me lembre, que o SCP foi jogar à Invicta sob a arbitragem deste gatuno, foi no ano passado, no (tristemente) célebre FCP-SCP para a Taça de Portugal, onde toda gente se recorda do descarado gamanço de igreja, que para variar prejudicou os mesmos de sempre em favor dos há muito beneficiados.
É impressão minha, ou a caminha está feita para o SCP se espalhar no Bessa e arriscar-se perder o 2.º lugar?
Chorão eu? Quem tem 3 pontos perdidos em casa graças a um golo com a mão, que toda a gente viu menos 3 bois cegos, tem mais que razões para desconfiar, quando fazem estes caldinhos com árbitros escolhidos a dedo.
Não há jogo em que o Moutinho não leve mocada em barda, ver alguém expulso por essa razão, ‘tá quieto.
O regresso de Jaime Pacheco ao Bessa deixa marcas indeléveis, quer na agressividade dos jogadores boavisteiros (o bom regresso ao “até ao pescoço é canela”), quer nas canelas dos oponentes.
Aposto, desde já, que vai haver (pelo menos) um jogador do SCP que se vai magoar, em consequência das pauladas daquela corja, e por esse motivo sai antes dos 90’.
E digo mais: aposto num destes 3: Moutinho, Nani ou Liedson (o Carlos Martins, se jogar, é sempre de desconfiar…). Só espero estar errado.
segunda-feira, janeiro 22, 2007
Mafra diz “adeus” à Taça
O Odivelas (II Divisão) eliminou, ontem, o CD de Mafra da Taça de Portugal, ao vencer por 3-1, no jogo referente à 5ª eliminatória da competição.
Aos 21 minutos da primeira parte, o Mafra adiantou-se no marcador, com um golo de Rui Mendes. Moralizada, a formação orientada por Filipe Ramos dominou o jogo até ao intervalo.
Na segunda parte, foi o Odivelas que tomou as rédeas da partida, após grande penalidade convertida, também aos 21 minutos, depois de alegada mão na bola de Miranda assinalada pelo árbitro.
Estava aberto o caminho para o domínio do Odivelas, enquanto o CD de Mafra abrandava o ritmo, recuando no terreno.
Mais dois golos da equipa da casa, o segundo já em tempo de compensação, deitaram por terra as aspirações do Mafra que viu, assim, esfumar-se o sonho de seguir em frente na Taça.
Face ao resultado final, o presidente do CD, José Cristo, que, afirmou, “gostava de ter ido mais longe”, não escondeu o desalento.
“Este jogo estava ao nosso alcance”, frisou, ao mesmo tempo que apontou o dedo ao árbitro.
“Não fomos felizes com a arbitragem”, lamentou, justificando este facto com o preconceito dos árbitros que “quando chegam a Lisboa pensam que Mafra fica numa aldeia”.
Satisfeito com o trabalho dos jogadores durante o jogo, José Cristo elogiou ainda a “dignidade” destes, que receberam a visita no balneário do presidente do CD de Mafra. Afinal,” eles jogaram bem”, salientou o dirigente.
O CD de Mafra sai de cabeça erguida da Taça de Portugal.
À semelhança de José Cristo, Filipe Ramos, técnico do CD, só lamenta a atitude da equipa de arbitragem: “A revolta dos meus jogadores é muito grande por tudo o que se passou”, protestou.
E exemplificando: “O Moutinho foi agredido por um adversário que continuou em campo. Em relação à grande penalidade, não vou dizer se é ou não porque estava longe, mas o certo é que o árbitro não sabe a quem é que há-de mostrar o ‘amarelo’ na sequência do lance”.
“Achei uma vergonha como ele controlou o jogo e conseguiu empurrar-nos. No final, disse-lhe que ele consegue fazer muito melhor”, conclui Filipe Ramos.
Fonte: RCMafra.net
Aos 21 minutos da primeira parte, o Mafra adiantou-se no marcador, com um golo de Rui Mendes. Moralizada, a formação orientada por Filipe Ramos dominou o jogo até ao intervalo.
Na segunda parte, foi o Odivelas que tomou as rédeas da partida, após grande penalidade convertida, também aos 21 minutos, depois de alegada mão na bola de Miranda assinalada pelo árbitro.
Estava aberto o caminho para o domínio do Odivelas, enquanto o CD de Mafra abrandava o ritmo, recuando no terreno.
Mais dois golos da equipa da casa, o segundo já em tempo de compensação, deitaram por terra as aspirações do Mafra que viu, assim, esfumar-se o sonho de seguir em frente na Taça.
Face ao resultado final, o presidente do CD, José Cristo, que, afirmou, “gostava de ter ido mais longe”, não escondeu o desalento.
“Este jogo estava ao nosso alcance”, frisou, ao mesmo tempo que apontou o dedo ao árbitro.
“Não fomos felizes com a arbitragem”, lamentou, justificando este facto com o preconceito dos árbitros que “quando chegam a Lisboa pensam que Mafra fica numa aldeia”.
Satisfeito com o trabalho dos jogadores durante o jogo, José Cristo elogiou ainda a “dignidade” destes, que receberam a visita no balneário do presidente do CD de Mafra. Afinal,” eles jogaram bem”, salientou o dirigente.
O CD de Mafra sai de cabeça erguida da Taça de Portugal.
À semelhança de José Cristo, Filipe Ramos, técnico do CD, só lamenta a atitude da equipa de arbitragem: “A revolta dos meus jogadores é muito grande por tudo o que se passou”, protestou.
E exemplificando: “O Moutinho foi agredido por um adversário que continuou em campo. Em relação à grande penalidade, não vou dizer se é ou não porque estava longe, mas o certo é que o árbitro não sabe a quem é que há-de mostrar o ‘amarelo’ na sequência do lance”.
“Achei uma vergonha como ele controlou o jogo e conseguiu empurrar-nos. No final, disse-lhe que ele consegue fazer muito melhor”, conclui Filipe Ramos.
Fonte: RCMafra.net
domingo, janeiro 21, 2007
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