sábado, dezembro 02, 2006

Bom Natal

« simão, bastante assobiado até ao golo, parece dizer: «assobiem agora, ursos!!»; já Miccoli festeja como um adepto. como eu, como nós.

O jogo foi assim:

- Nélson começa (e acaba!) o jogo a 1000 km/hora e aos 50 segundos mete uma bola perfeita na cabeça de uma-senhora-que-diz-que-é-jogadora-de-futebol (mas não é). Ricardo defende. Para canto.

- Canto, (Simão), Ricardo Rocha (Ah Ah Ah Ah), golo. Pimba. (Ah Ah Ah Polga Ah Ah Ah Polga).

- Benfica sofre. «Há que sofrer, malta», pensamos todos. Juntos.

- Simão é grande, muito grande, curiosamente - ou será rápido, muito rápido; ou então excelente, superiormente excelso. Fiquei na dúvida, admito. Golo, golaço. (Custódio é uma bela merda, hellas)

- Miccoli "il piccolo bomber", sem sprintar, correr ou algo semelhante, brinca com eles: joga, segura, rasga o campo e os (poucos) neurónios de um adversário sem o mínimo... rasgo. (Carlos) Bueno, bueníssimo. Às tantas, e sempre sem correr, acerta uma bomba no barrote. «40 minutos e já podiam ser três, três e zero», gritamos todos.

- Intervalo.

- Começa a segunda parte.

- Nélson, o Netcha, decide que «não, isto ainda não acabou». E arranca, em jeito de funana - ancas largas e soltas, tronco firme - e pela décima-terceira-vez, em direcção a Tello. Parte, reparte, requebra. Pára. Oi!, uma e outra vez. E outra. (pin)Tello parecia isso mesmo: enroladinho e encaracoladinho.

- Acaba o jogo. Bom Natal.

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