Godofredo:
Sejas real ou fruto da imaginação de uma qualquer das bestas que habitam o Estalada, a administração (aqui representada pelo administrador-chefe, rei do lápis-vermelho, lampião de todos os costados e autoridade suprema entre este bando de arruaceiros) quer agradecer-te a tua presença, os teus comentários inspirados e de uma lucidez extrema.
Fica durante todo o tempo que quiseres. Ah, o Antonis envia-te um abraço!
segunda-feira, novembro 27, 2006
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8 comentários:
Mando abraço o c..., isso é gesto que reservo para amigos, para conhecidos, aperto de mão (seco)para quem não conheço de lado nenhum um aceno, para quem não gosto, um dedo espetado, ou um muito lusitano manguito, e para o Godofredo um pirex cheio de pus assado, ou uma hemorróida com fissuras. E menção para essa gentalha devia menção horrorosa, que honra não é qualidade que more naquelas bandas
A mim parece-me que o Godofredo é um alter-ego do "Apre", mas desta feita porquista (porquista ou belenense é, definitivamente, a mesma coisa).
Esqueci-me de referir que esta menção honrosa é altamente merecida.
Enquanto co-administrador (não confundir com o outro "Co", o Adriaanse), dou por mim a rezar todas as manhãs por mais intervencões desse tal de Godofredo.
Acho é que já se está a dar demasiada importância a esse tal de Godofredo com uma escrita que até mete medo.
Boa estalada no comment, Antónis. Terá sido das mais certeiras intervenções que já te li neste blog. Acho que arrumaste com ele por ko. ;)
Não percebo.
Ron, passaste dias seguidos a pregar por um royal-rumble sincero e descabelado.
Agora que o Godofredo vem fazer justiça às tuas preces, afirmas que «já se está a dar demasiada importância» ao dito.
P.S. - Enquanto administrador desta pocilga bolosférica, espero que o argumento "escrita" deixe de ser ventilado em acusações na forma de "comment".
Cheira-me a falta de argumento.
E não me parece que a "estalada" em português épico faça sentido - aqui é mesmo com calinadas, cerveja, courato e TV Spor.
Volto a ter de intervir sem que fosse necessário. Vamos por partes e rápido que estou sem paciência para dar de mamar a cabritos.
Antónis, não me impressionada nada todo o teu palavreado e argumentos fáceis que usufruiste para denegrir o meu nome. Parece-me a mim que não tens mais que fazer na vida do que andar em Blogs a disparatar com quem só veio justificar o que aqui faltava ser dito: que não percebes um colhão de bola e que queres passar por um novo ribeiro cristovão. desses, por aqui, há aos montes. é vê-los nas tascas a afogar as mágoas dos seus clubes. ainda há bom senso porque nenhum chega ao ponto mesquinho dos lisboetas. e já te disse - quero mais é que te quilhes. tu e o teu paulo com pelo na venta.
ao mr. ron que mais parece é um ronhas, devo dizer que aquele poema inserido não tem piadinha nenhuma. deves pensar que és um camões da sátira, mas não sabes sequer rimar kikin com karyaka. quem precisa de aprender a segunda classe és tu. e não venhas para cima de mim ou maldizer o fcp ou tirsense, quando já nem a criticares o teu clube és feliz. saíste-me um grande palhaço e fracassado sem graça.
ao tal de sr. edson, conte com as minhas visitas mais vezes para o redimir das barbaridades cheias de veneno que escreve e que só provocam mau cheiro a este blog onde os alfacinhas se julgam senhores só porque administram. administrai os vossos lares. é o que deveis fazer, seus toinos sem rei nem roque.
aproveita-se neste universo um tal de tripeirossos que é imparcial e senhor de boa palavra. a ele devo respeito. ao antónio digo e repito:"vai-te quilhar."
Godo,
O senhor está no céu, dizem!, e no Tirsense, "senhor" só me lembro de um: o grande capitão, Caetano de seu nome.
(quando responderes, não indiques a localização do Miccoli de Santo Tirso, parece que anda a "monte")
Outra coisa: aqui, a "imparcialidade" não é um valor moral nem ético, por isso, se o Tripeirossos tem sido imparcial, será repreendido em forma de processo sumaríssimo, precedido de uma cotovelada no lado direito da face (o esquerdo já está danificado, e não teve nada a ver com bola).
Olha palhaçolas Godito (estou farto de Godofredo, vou fazendo uns dixotes imbecis com o teu nick, se não te importas. E se te importares cago de alto, grosso e fétido para ti): Correndo o risco de me repetir (enfim, os teus limites funcionais são curtos, pelo temos que explicar as “coisas” repetida, calma e pausadamente): se o menino não é apreciador das minhas qualidades, por reduzidas que elas sejam, em termos de "saber de bola" (oh pá, essas não tenho ilusão, percebo tanto como de culinária aborígene, e com muito orgulho), e exposição escrita, tem bom remédio: vai ler o obituário do 24 horas, o borda d'agua, as cartas da Maya, o rótulo das embalagens de Ducolax, ou a composição química do distron, para manter neutro o ph íntimo do bel-sexo. Vai ler qualquer coisa, já que queres à força ler merdas que te suscitem interesse. Há tanta merda para gente burra como tu ler, e interessar-se…
Mas não tenhas a pretensão de alterar uma vírgula do que me apetece escrever, por vires para aqui vomitar atrocidades em português confrangedor, como no último comment, com aquela tentativa ténue e burlesca de escrever com bonitas palavras: ora repare, caro leitor (sim, que eu tenho pretensões que alguém, que não este pobre analfabeto funcional, ainda se dê ao trabalho) – começa com um belo pleonasmo disfarçado “ (…) não me impressionada nada” seguido de “todo o palavreado (ah, que belo contraste entre “nada” e “todo”. “Não me impressionada nada todo…” Envia esta merda ao Saramago, ele delira com este malabarismos de sintaxe). Que belo pedaço de prosa de sentina, reconheço-o sem dificuldades. Não contente, diz o Godito que eu “usufruí” de palavreado e argumentos fáceis para denegrir o seu bom-nome (Godofredo é bom-nome em que planeta?). Oh Godecas, usufruir é um termo associavel ao gozo das características de uma coisa, não das propriedades da palavra. Por exemplo: ao dizeres “o meu negro soberbo meteu-me um vibrador de 34 cms pela bufa acima, e eu gostei”, estas a exaltar o gozo que te deu usufruíres das propriedades vibratórias e as dimensões do dito objecto, ao nível da estimulação do teu esfíncter. Melhor seria (digo eu…) dizeres não que eu ufruí de determinada palavra, mas sim que utilizei determinada palavra em termos que… É mais simples, e escusas de passar por atrasado mental a armar ao pingarelho – era a mesma coisa que tentar fazer um golo como o do Ronaldinho este fim de semana: não o faço, porque não sei, e não quero que as pessoas se riam de mim, pelo menos por motivos menos nobres – a rirem de mim a jogar à bola, já me basta nos derbys fratricidas do “Estalada”.
Depois: o que te impressiona, o que te parece, o que tu fazes, o que se passa dentro dessa massa encefálica gelatinosa e purulenta, meu caro, nada, repito, NADA disso me interessa para nada. És apenas um reles insecto rastejante que nem merece que te espezinhem. Andas por aí, a restolhar nos cantos da casa, incomodas mas não perturbas, nem me dou ao trabalho de te esmagar. Olho-te com o desprezo que merece a escumalha da tua laia.
E só te vou respondendo porque no meio disto ainda me divertes. A mim, e não só, mas felizmente és tão calhau que ainda não entendeste isso. Há males que vêm por bem, diz a sabedoria popular, desta vez com muita razão.
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